EXISTE COMUNICAÇÃO ENTRE MÃE E FILHO NA GRAVIDEZ?
 O QUE SE PENSAVA SOBRE A VIDA INTRAUTERINA AO LONGO DA HISTÓRIA

Nossos ancestrais sabiam da importância das experiências da mãe na programação da mente do bebê. Os Chineses têm clínicas pré-natais desde o ano 950 D.C.

No novo testamento temos este trecho:

Isabel grita: No momento em que tua saudação tocou meus ouvidos, a criança pulou de alegria em meu ventre. São Lucas (1, 44)

Na idade média Leonardo da Vinci fez diversos trabalhos sobre o tema: "Uma mesma alma governa os dois corpos .(...) As coisas que a mãe deseja imprimem-se às vezes sobre a criança que ela traz no momento que ele as deseja. (...) Todo querer, desejo supremo ou medo da mãe, ou toda a dor de seu espírito, pode atingir poderosamente a criança, as vezes até matando-a."

Na década de 1960 a medicina consegue demonstrar que o feto é um ser capaz de reações auditivas, sensoriais e afetivas. Com oito semanas o feto mexe sem esforço a cabeça, os braços e o dorso expressando assim seus gostos e aversões. Aos quatro meses o feto levanta as sobrancelhas, repuxa os olhos e faz careta, movimenta as pálpebras, franze os lábios e faz movimentos de sucção com a boca. Perto do nascimento começa a demonstrar que tem medo, e gostos particulares com a alimentação da mãe.

O abdome e o útero da mulher são um dos lugares mais barulhentos. E frequente ele ouvir as vozes da mãe, do pai e de quem estiver por perto. Mas o barulho mais evidente é o do coração da mãe, e aí que está a informação que garante que o processo da vida está acontecendo. Enquanto o coração da mãe estiver batendo ele está vivo. Por isso na vida no mundo exterior estar junto ao peito da mãe o tranquiliza.

Qualquer barulho ou música que esteja longe do ritmo natural que ele está acostumado a ouvir, poderá irritá-lo.

A visão do feto sempre será dificultada, estudos demonstram sensibilidade a luz desde a sexta semana. Quando nasce seu campo de visão é muito limitado, percebendo apenas objetos que estejam por perto, tal qual o tipo de visão que ele tinha no útero. Com o tempo o campo de visão se alonga e ele passa a perceber os objetos distantes.

Na 28a. semana da gestação, os circuitos nervosos do cérebro estão tão desenvolvidos quanto no recém-nascido, e as ondas cerebrais se definem podendo perceber pela sua análise se está dormindo ou acordado.

A partir do sexto mês a criança já tem lembranças, e é capaz de conservá-las.

Está comprovado cientificamente que as emoções sempre são consequência da presença de substâncias químicas que aparecem no sangue em certas situações. Caso a mãe esteja perturbada, o filho vai sentir exatamente a mesma emoção. Neste momento da gestação ainda não consegue perceber as causas de este sentir diferente. Tempo depois consegue entender as atitudes e sentimentos da mãe, agindo a seguir. A partir desta etapa ele está sendo atingido pelos fenômenos psicossomáticos, quando está feliz vive pleno de saúde; quando está perturbado vive doente e emocionalmente instável.

O estado emocional e físico da criança no nascimento e primeira infância oferece uma ideia do intercambio de mensagens recebidas no útero. Tem muito valor a duração das situações estressantes, especialmente as relacionadas a segurança física da mãe. As dificuldades vivenciadas com a saúde de seres próximos podem marcar a vida do feto. Se o problema é com o pai do feto, o estresse é maior, chegando ao pico se a mãe sente estresse em relação ao próprio feto. O amor da mãe é a coisa mais importante, e parece que quando este está presente atenua todas as tensões externas. A maneira como a mãe recebe a criança é o fato mais importante de todos.

As crianças de mães que aceitavam a gravidez e tinham o desejo de formar uma família eram, por ocasião do nascimento e mais tarde, muito mais vigorosas, tanto no plano físico como no afetivo, que as crianças postas no mundo por mães que as rejeitavam

Por tudo isto que foi demonstrado até aqui, percebe-se a importância que a etapa que se inicia um ano antes do nascimento, passando pelo processo do nascimento e a primeira infância, tem na vida emocional e comportamental da criança e depois na vida adulta.

O QUE A CIÊNCIA MODERNA DIZ 

SOBRE ESTE ASUNTO POLÊMICO?

Psicologia Pré-Natal é o estudo do comportamento e do desenvolvimento, tanto evolutivo como psico-afetivo-emocional do indivíduo, no período anterior ao seu nascimento.

Os estudiosos desse saber informam que as experiências pré e perinatais (do nascimento) exercem uma profunda influência na saúde e no comportamento humano. A vida é um contínuo que se inicia antes da concepção e que, neste período de formação, a mãe e a criança estão intimamente interligadas. Uma experiência pré e perinatal de amor e aceitação propicia vínculo e sensibilidade com relação aos outros. A qualidade do vínculo que se estabelece traz consequências para o resto da vida, influindo nos relacionamentos do indivíduo e na dinâmica da sociedade.

 

Thomas Verny, em seu livro ‘A Vida Secreta da Criança Antes de Nascer’, afirma, dentre outras coisas, que o bom relacionamento do feto com sua mãe constitui uma espécie de seguro de saúde mental.

 

Em terapia  é comum vermos casos de pessoas com uma acentuada insegurança emocional, ou com uma incapacidade de decidir por si mesmas, ou com uma auto-estima baixa e insatisfação pela vida. Essas desordens psicológicas podem ter origem antes da vida adulta, da adolescência ou da infância. O ser humano começa a ser modelado, recebendo influências já na sua vida intra-uterina. Estas influências são carregadas ao longo de sua vida, quer elas sejam positivas ou negativas. A rejeição materna pode ser a causa dessas e outras desordens emocionais e, também, de transtornos orgânicos, no caso de recém-nascidos.

A Psicologia Pré-Natal, estudada hoje em dia em muitos países como Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Áustria, Suécia, Austrália, Nova Zelândia e Brasil, é uma disciplina nova, surgida na década de 1970, que reúne profissionais de diversas áreas, a saber, psicólogos, psiquiatras, obstetras, ginecologistas, pediatras, endocrinologistas, psicanalistas, geneticistas, embriologistas, parteiras, enfermeiras e outras profissões ligadas à Saúde e às Ciências Sociais.

 

Com as evidências que nos fornecem as novas tecnologias, não se pode mais pensar que a placenta possa proteger a criança pré-natal das coisas ruins que acontecem no corpo da mãe, ou que o corpo da mãe possa proteger a criança das coisas ruins que acontecem no mundo. A mãe e o bebê encaram juntos os perigos do ar, da água e da terra, comprometidos por resíduos tóxicos da química e física modernas.

 

Por outro lado, as pesquisas vêm revelando as reais capacidades da criança em gestação: seu desenvolvimento sensorial precoce, sua rara sensibilidade e capacidade de resposta e sua capacidade de aprender do que está acontecendo no mundo de sua mãe e de seu pai. O ambiente pré-natal, então, pode ser uma bênção ou uma infelicidade, dependendo dos pais.

 

O feto é um ser com capacidade de perceber e distinguir sons, luz, paladar, a voz da mãe e do pai e de registrar sensações. Ele é influenciado pela química das emoções da mãe, que são transmitidas a ele via placenta. À medida que se desenvolve e sente a si mesmo como um ser individual, a criança em gestação é mais e mais modelada pelo conteúdo puramente emocional das mensagens maternas. Nesse processo de desenvolvimento, ela vai formando a sua personalidade.

 

Também o nascimento pode ser um momento de alegria e formação de vínculo com a mãe, ou pode ser um evento traumático para a criança, dependo da maneira como é praticado. As práticas mecânicas da medicina atual não levam em consideração a sensibilidade física e emocional do indivíduo ao nascer, deixam marcas no corpo e na alma do indivíduo por anos a fio. Apesar do trabalho consistente de profissionais e teóricos como Otto Rank, Arthur Janov, Stanislav Grof, Leboyer, Elizabeth Nobel, David Chamberlain, entre outros, ainda persiste a ideia entre alguns profissionais de que não pode haver trauma real no nascimento, em função da imaturidade do cérebro do neonato. Esta crença tem sido obstáculo para o progresso da compreensão dos bebês e da importância do trauma precoce.

 

Os profissionais e pesquisadores que trabalham na área de Medicina e Psicologia Pré e Perinatal já adquiriram a convicção de que qualquer violência sofrida pelo bebê no ventre ou nos instantes do parto é uma forma profunda de condicionamento, a qual age como base para outros relacionamentos. Este condicionamento pode afetar a saúde física e mental da pessoa.

 

A fase pré-natal e perinatal do indivíduo revela-se uma oportunidade única para a prevenção de problemas emocionais e físicos.

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Alguns exemplos:

Mãe que recebe a gravidez como um susto, poderá estar programando que a criança (ou o adulto) perca o controle emocional ante os desafios da vida.

Mãe que sofre ameaça ou tenta um aborto, poderá estar programando um profundo sentimento de medo, que em muitas ocasiões pode ser o conhecido síndrome do pânico.

Mãe que rejeita a gravidez de um filho homem, poderá estar programando um homem profundamente inseguro, com dificuldades nos relacionamentos com mulheres, geralmente com ejaculação precoce ou impotência sexual.

Mãe que vivenciou durante a gravidez ameaças, poderá gestar um filho com medo incontrolável perante a vida e as pessoas.

O que é depressão

As causas da depressão estão localizadas nas sérias ameaças a sobrevivência do ser nos momentos iniciais da vida (vida intrauterina, nascimento ou primeira infância). Estas ameaças, embora subconscientes estão sempre presentes ao longo da vida da pessoa, e numa dificuldade podem aflorar com violência frustrando todos os planos de vida.

A causa principal da depressão é a rejeição subconsciente à gravidez da mãe, que produz no feto a certeza de não ser aceito, que a vida não tem sentido; e fundamenta a forma como a mente subconsciente irá a proteger a vida.

É possível então agir?

SIM!

A) Durante a gravidez, o parto e o nascimento.

B) Após estas etapas, em qualquer momento da infância.

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